Ganhadores da terceira edição do Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo

 

O Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, outorgado pela Fundação Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-Americano, apresentou os ganhadores das quatro categorias do concurso: Texto, Imagem, Cobertura e Inovação. Estes trabalhos foram selecionados como os melhores entre as 1.645 postulações que este ano recebeu o Prêmio GGM e que foram avaliados em três rodadas de julgamento por uma equipe de 54 jurados de diferentes países.

A cerimônia de premiação foi celebrada nesta quarta-feira, 30 de setembro, no Orquidário do Jardim Botânico de Medellín.

Estes são os trabalhos ganhadores:

 

Ganhador da Categoria Texto

Javier Sinay (Argentina)
Autor de Rápido, furioso, muerto

Uma crônica sobre a morte de Axel Lucero, um jovem obcecado pelas motos que morreu ao tentar roubar a moto de um policial.
Publicado na revista Rolling Stone Argentina

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O jurado da categoria Texto, conformado por Jean-François Fogel, Alexandra Xanic e Fernando Morais, considerou que:

 

O jurado quer destacar nesta peça a energia e a qualidade da reportagem para reunir, como faria um novelista, informação significativa sobre a vida de um bairro. De forma específica é possível notar, quase como um modelo, a distância que consegue o autor diante dos fatos, sem culpar ou absolver ninguém do que termina sendo uma morte. A capacidade de Sinay de capturar as vozes dos jovens não passará desapercebida pelo leitor nesta investigação de alta qualidade.

 

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Perfil de Javier Sinay

 

Jornalista. Interessado em histórias criminais e judiciais; e em assuntos culturais. Sempre atento aos campos da reportagem e da crônica, é editor da revista Rolling Stone da Argentina, e autor dos livros de não ficção Los crímenes de Moisés Ville: Una historia de gauchos e judíos (2013) e Sangre joven: Matar y morir antes de la adultez (2009), que recebeu o Prêmio Rodolfo Walsh na XXIII Semana Negra de Gijón, Espanha. Também é autor de um perfil do ex capitão da Armada Argentina Jorge “Tigre” Acosta, publicado na antologia Los malos (editada por Leila Guerriero, Ediciones UDP). Seus textos já apareceram nos jornais La Nación, Clarín e Crítica de la Argentina; e nas revistas Etiqueta Negra, Gatopardo, Letras Libres, Ñ, Orsai e Zona de Obras, entre outras. Lidera o sitie de cultura negra elidentikit.com. Ganhou um Prêmio do Fundo Nacional das Artes, um Prêmio TEA e três Prêmios Perfil. Estudou Ciências da Comunicação na Universidade de Buenos Aires.

 

 

 

Descrição do trabalho

O crime de Axel Lucero (de 25 de fevereiro de 2013) passou rapidamente pelos jornais argentinos: foi informado o caso por dois ou três dias e depois nada mais foi dito. Lucero, um rapaz de 16 anos que vivia na periferia de la Plata (a capital da província de Buenos Aires), morreu em mãos de um policial de civil (também jovem: um sargento de 25 anos) que a caminho da academia foi abordado por dois rapazes que queriam roubar sua moto. Lucero era um deles. Seu assassinato – considerado pela Justiça como “legítima defesa”, não sem polêmica – expôs dois costumes dos subúrbios argentinos: a dos policiais que, mesmo como civis, carregam sua arma e a usam sem medir as consequências (entre 2003 e 2013, 455 pessoas morreram por disparos de policiais que estavam fora de serviço) e a dos jovens que saem a roubar motos na rua (nas zonas de recursos médios e baixos as motos de pequena cilindragem são a principal opção de locomoção). O crime de Axel Lucero serve como caso que evidencia uma realidade gerada nos últimos tempos e que hoje está em expansão.

 

Na categoria Texto resultaram finalistas:

Sabrina Duque (Equador)

Autora de Vasco, Pimentel, el oidor

Publicado na revista Etiqueta Negra

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O jurado da categoria Texto, conformado por Jean-François Fogel, Alexandra Xanic e Fernando Morais, considerou que:

 

No trabalho de Sabrina Duque deve se reconhecer uma ambição pouco comum na América Latina: o esforço por chegar num alto nível de sofisticação jornalística com um tema presente na vida diária, neste caso, a percepção dos sons por parte dos seres humanos. Apoiando-se de forma luminosa na personagem de um sonotécnico de filmes, a autora consegue transmitir de forma sedutora uma informação complexa e muitas vezes desconhecida por todos. A elegância e a precisão da prosa fazem deste trabalho uma referência para todos os jornalistas que sonham com tratar um tema difícil sem entediar seus leitores.

 

 

Cristiane Segatto (Brasil)
Autora de O lado oculto das contas de hospital
Publicado na revista Época
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O jurado da categoria Texto, conformado por Jean-François Fogel, Alexandra Xanic e Fernando Morais, considerou que:

 

O trabalho de Cristiane Segatto supera um triplo desafio. Em primeiro lugar, investiga o complexo e escuro tema de como são fixados os preços da atenção hospitalar privada no Brasil, cujo custo pesa tanto aos cidadãos. É também um desafio por seu tamanho: seis meses de investigação para fazer parte de um número completo da revista Época. Finalmente, supõe um grande desafio pedagógico transformar um tema tão complicado num relato claro e acessível a todos.

 

 

 

 

Ganhadores da Categoria Cobertura

Rafael Cabrera, Daniel Lizárraga, Irving Huerta, Sebastián Barragán e Carmen Aristegui (México)
Autores de La casa blanca de Enrique Peña Nieto

Esta equipe de investigação de Aristegui Noticias demonstraram que o presidente do México, Enrique Peña Nieto, e sua familia, viviam numa luxuosa casa financiada por um empreiteiro do seu governo.
Publicado em Aristegui Noticias
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Vídeo dos finalistas

 

O jurado da categoria Cobertura, conformado por Rosental Alves, Graciela Mochkofsky e Juan Gossaín, considerou que:

 

A equipe de jornalistas demonstrou esta conexão com documentação e testemunhas comprováveis, sem necessidade de recorrer a fontes anônimas nem indiretas. O resultado é uma rotunda acusação apresentada de forma concisa, clara e com um impressionante grau de precisão. É um exemplo impecável de independência jornalística.

 

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Perfil da equipe

Na origem da equipe está Carmen Aristegui, jornalista mexicana com experiência em rádio, televisão, jornais e diretora do site Aristegui Noticias. Em 2012, quando era titular do programa de rádio Primeira Emissão de Noticias MVS, Aristegui convidou como chefe de informação a Daniel Lizárraga, jornalista especializado em pesquisa. Depois de diversas reportagens e meses de trabalho, em maio de 2014 foi criada formalmente a Unidade de Investigações Especiais, com Lizárraga como chefe e à que foram somadas, como peças de um quebra-cabeça, os repórteres Irving Huerta, Sebastián Barragán e Rafael Cabrera, cada um com experiência diversa nos meios. Montada a equipe e com apoio da produção do programa, a reportagem da casa branca de Enrique Peña Nieto ganhou forma e foi publicada em novembro de 2014 em Aristegui Noticias, devido a que a radio difusora pediu que não fosse transmitida na sua frequência. Esta reportagem foi o triunfo e sentencia da equipe: em março de 2015, Noticias MVS demitiu toda a equipe com o argumento de um conflito empresarial com Aristegui, mas os autores tem manifestado que parece ser uma reprimenda desde o poder pela publicação de uma reportagem que coloca ao presidente mexicano num potencial conflito de interesse.

 

Descrição do trabalho

A publicação de uma entrevista à primeira dama do México, Angélica Rivera, na revista ¡Hola!, em maio de 2013, inspirou uma ampla investigação sobre a propriedade de uma luxuosa residência em poder da família presidencial. A reportagem questionou a relação entre o Presidente Enrique Peña Nieto com um empreiteiro que estava sendo beneficiado por seu Governo. Durante treze meses, os jornalistas obtiveram documentos de acesso público e cruzaram os dados com momentos chave da vida privada e política de Peña Nieto e Rivera, uma ex atriz de novelas. Um quebra-cabeça em que celebridades e Governo   estão envolvidos. O resultado mostrou que a empresa Grupo Higa foi beneficiada com contratos aprovados pelo político desde a época em que era Governador, no mesmo período em que começou a financiar e construir a mansão – agora conhecida como “a casa branca”- de acordo com as preferências do casal, na zona de maior valorização do México. O ponto chave foi a decisão de construir o Trem de Alta Velocidade México-Querétaro (o qual seria o primeiro do seu tipo na América Latina), pois à fase final da licitação chegou um único consórcio empresarial, constituído por uma paraestatal do Governo chinês e o Grupo Higa. Esse grupo finalmente ganhou a multimilionária obra. O Governo mexicano defendeu o concurso, mas três dias antes de apresentar a pesquisa jornalística, o Governo cancelou de forma abrupta a decisão. Depois da difusão da reportagem, o Governo entrou numa crise de credibilidade, pois as acusações de suposta corrupção e conflito de interesse alcançaram o mais alto nível: o Presidente e sua família.

 

 

Na categoria Cobertura resultaram finalistas:

 

Rafael Soares e Luã Marinatto (Brasil)
Autores de Minha casa, minha sina
Publicado no Jornal Extra
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O jurado da categoria Cobertura, conformado por Rosental Alves, Graciela Mochkofsky e Juan Gossaín, considerou que:

 

Correndo risco pessoal, os repórteres visitaram lugares perigosos, acessaram uma grande quantidade de fontes – funcionários, vítimas, agressores, gravações, documentos conseguidos com a lei de acesso à informação – para apresentar uma história completa. A cobertura conta, ademais, com textos concisos e claros, e é complementada com recursos multimídia, como vídeos, gráficas e mapas interativos.

 

 

Pablo Ferri e Nathalie Iriarte (Espanha/Bolívia)
Autores de El caso Tlatlaya
Publicado em Esquire Latinoamérica
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O jurado da categoria Cobertura, conformado por Rosental Alves, Graciela Mochkofsky e Juan Gossaín, considerou que:

 

Colocando-se em risco num dos lugares mais perigosos do mundo para o exercício do jornalismo, o repórter acaba com a versão oficial mediante uma narração completa, que vai desde a descoberta da testemunha chave até a detenção dos culpados.

 

 

 

Ganhador da Categoria Imagem

Tomás Munita (Chile)
Autor de Vaqueros Extremos

Uma série fotográfica que retrata os gauchos bagualeros, dedicados a recuperar o gado selvagem da Patagônia.
Publicado em National Geographic
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O jurado da categoria Imagem, conformado por Germán Rey, Stephen Ferry e Consuelo Saavedra , considerou que:

 

A beleza da série fotográfica realizada num lugar remoto de América Latina revela um mundo excepcional, rara vez fotografado. Destaca-se a tensão entre os homens e seus cachorros, por um lado, e os animais indômitos que buscam capturar. O ensaio fotográfico de Tomás Munita dispõe de um estilo narrativo que remete a grandes tradições da pintura paisagista.

 

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Perfil de Tomás Munita:

Fotógrafo documentalista independente, com principal interesse em assuntos sociais e meio ambientais. Ganhou diversos prêmios entre os que destacam o Leica Oskar Barnack Award, 2006, com seu ensaio sobre Kabul; Visa D’or Daily News, 2012, por sua reportagem sobre o conflito na Síria; três World Press Photo Awards 2006 e 2013, por sua cobertura do Terremoto no Paquistão e por sua reportagem sobre o grupo Las Maras no El Salvador; Fotógrafo do ano do POY Latam, Henri Nannen Preis, ICP Young Photographer Award. Mora no Chile com sua mulher e seus três filhos, trabalha em todos os continentes para o The New York Times e em forma ocasional para outros meios como National Geographic, Time, Geo, Stern e El Mercurio,  além de realizar constantemente projetos pessoais.

 

Descrição do trabalho:

Nos lugares mais isolados da Patagônia o gado escapa dos cercos e se torna selvagem. Habita por gerações em bosques e montanhas, e da mesma forma, manadas de cavalos selvagens correm pelas estepes. Este animais são conhecidos como “baguales” e o bagualero é o gaucho dedicado à sua captura.

Conta com a ajuda dos cavalos, cachorros e cordas, alem da sua valentia e grande habilidade para cavalgar. Mas principalmente, o que define o gaucho bagualero é seu profundo respeito pela tradição, pois nela estão o conhecimento do seu ofício, assim como o valor da camaradagem. Nesta tormentosa e bela paisagem, o bagualero é um homem duro, mas ao mesmo tempo é extremamente bondoso.

 

Na categoria Imagem resultaram finalistas:

José Palazón (Espanha)
Autor de Paisajes de desolación
Publicada no eldiario.es/ El País
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O jurado da categoria Imagem, conformado por Germán Rey, Stephen Ferry e Consuelo Saavedra, considerou que:

 

Muito poucas fotografias conseguem uma perspectiva tão original na representação da migração e da desigualdade social. A fotografia de José Palazón tem muitas possíveis leituras, que alimentam sua força simbólica. O conjunto destes elementos evidencia de forma icônica uma lacerante realidade social e histórica.

 

 

Álvaro Ybarra Zavala (Espanha)
Autor de Donbass
Publicado em XL Semanal/ABC
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O jurado da categoria Imagem, conformado por Germán Rey, Stephen Ferry e Consuelo Saavedra , considerou que:

 

O ensaio fotográfico de Álvaro Ybarra Zavala está enquadrado numa grande tradição da documentação dos conflitos armados na Europa. Expressa-se por meio de um estilo visual consistente ao retratar a cotidianidade da guerra, a afetação da população civil e a inexorável tendência à destruição. Descreve em detalhe o território físico e emocional onde acontece esta tragédia.

 

 

Ganhadores da categoria Inovação

Laura Zommer e a equipe de Chequeado (Argentina)

Autores de Chequeado.com

Chequeado trabalha pela verificação do discurso público em sociedades polarizadas política e socialmente, ao mesmo tempo em que promove a apertura de dados para garantir o acesso à informação pública.
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O jurado da categoria Inovação, conformado por María Teresa Ronderos, Giannina Segnini e Mario Tascón considerou que:

 

O fato de que hoje existam diversas versões inspiradas em Chequeado em todo o continente ratifica que é um projeto de sucesso e interesse para a comunidade dos meios de comunicação e a sociedade em geral. A verificação do discurso político é um aporte destacável principalmente numa sociedade onde a polarização política e social tem deteriorado a qualidade da informação que alimenta o debate público.

 

Também mereceu o prêmio pela sólida e balanceada mistura entre engenharia e bom jornalismo, assim como a filosofia de código aberto e a colaborativa que promove ativamente.

 

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Perfil da equipe

Laura Zommer é jornalista, advogada, militante do acesso à informação e os dados abertos, empreendedora e diretora executiva e jornalística de Chequeado.com, a primeira iniciativa de fact-checking ou verificação do discurso público da Argentina e da América Latina. Devido à sua tarefa “evangelizadora”, no último ano nasceram sete iniciativas similares na região que buscam reduzir a impunidade intelectual e subir o custo da mentira dos líderes.

 

Chequeado é uma equipe de jovens profissionais comprometidos com melhorar a qualidade do debate público com maior acesso à informação e dados abertos em circulação. Sua redação está conformada por quatro experimentados e rigorosos revisores (“chequeadores”): Olivia Sohr, socióloga chilena como coordenadora, e os jornalistas argentinos Matías Di Santi, Ariel Riera e Manuel Tarricone. Pablo M. Fernández é fã da tecnologia e como coordenador de Inovação editorial ajuda a fazer crescer e fortalecer a comunidade. H. Merpert é o coordenador de Educação e trabalha para que haja mais “chequeadores” e maior consciência pela verificação do discurso. Carolina Caeiro lidera a área de Desenvolvimento institucional, junto com Iván Echt e Mariela Dellagiovanna, garantem a diversificação de fontes e a sustentabilidade da primeira iniciativa do fact checking da América Latina e de um país do Sul do mundo.

 

Descrição do trabalho

Chequeado é o primeiro meio independente da América Latina dedicado ao fact-checking ou verificação do discurso público. Coteja os discursos de políticos, economistas, empresários, líderes sindicais e sociais, jornalistas, meios e outras instituições formadoras de opinião e, a partir dos dados disponíveis, os classifica de verdadeiro a falso, incluindo categorias intermédias como enganoso, exagerado e insustentável, entre outras.

 

Chequeado está online desde 2010 e se diferencia das organizações pioneiras do fact-checking dos países do Norte por dois motivos. Primeiro, por seu compromisso com a abertura de dados. Chequeado nasceu na Argentina, um país onde, como em outros da região, o acesso aos dados é um desafio. Com estatísticas oficiais questionadas e sem uma legislação nacional que regule o acesso à informação pública, a falta de dados na Argentina limita a capacidade dos cidadãos para tomar decisões, monitorar os líderes políticos e sociais e debater sobre os assuntos públicos que os afeta. Desta forma, e com o objetivo de melhorar a qualidade do debate público, Chequeado abre os dados que usa nos seus artigos. Aspira a um modelo onde a legitimidade do que diz não esteja centrada no meio ou nos jornalistas, mas nos dados abertos e compartilhados.

 

Uma segunda característica distintiva de Chequeado é seu ênfase na criação de comunidade para que a verificação do discurso seja um esforço coletivo. Por exemplo, cada ano é verificado ao vivo o discurso presidencial de abertura de sessões do Congresso com apoio de expertos, voluntários e a comunidade de seguidores que participa via Twitter e Facebook.

 

Na categoria Inovação resultaram finalistas:

 

Emilia Díaz-Struck, Marianela Balbi, Emily Avendaño, César Batiz, Mariengracia Chirinos, Juan José Faría, Cristina González, Jhon González-Lindarte, Leopoldo González-Barajas, David Matos, Gabriela Moreno, Katherine Pennacchio, Clavel Rangel, Ana Rodríguez, Yoleida Salazar, Ewald Scharfenberg, Alfredo Meza, Maruja Dagnino, Manuel González Pardo, Carmen Riera, Roselia Ruiz, Christian Rodríguez, Daniel Yánez, Lorena Arraiz, José Alejandro Brizuela, Wolman Linares, Briceida Morales, Daniel Pabón, Alba Perdomo, Eva Riera, María Virginia Velázquez, Carmen Julia Viloria (Venezuela).
Autores de Propietarios de la censura en Venezuela
Publicado em Ipys Venezuela em parceria com Armando.info e Poderopedia
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O jurado da categoria Inovação, conformado por María Teresa Ronderos, Giannina Segnini e Mario Tascón considerou que:

 

Este é um impressionante trabalho de investigação jornalística realizado em circunstâncias muito difíceis. Este fato já outorga mérito para estar entre os melhores.

 

 

Andrea Insunza, Javier Ortega e equipe do Centro de Investigação e Publicações da Universidade Diego Portales (Chile)
Autores de Los casos de la Vicaría. Las historias reales que inspiraron la serie Los Archivos del Cardenal
Publicado em www.casosvicaria.cl
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O jurado da categoria Inovação, conformado por María Teresa Ronderos, Giannina Segnini e Mario Tascón considerou que:

 

Este projeto aplica uma grande idéia que sabe como subir da forma original à onda de sucesso de uma série de televisão baseada num fato histórico de grande transcendência no Chile, com boa investigação jornalística e, ao mesmo tempo, convidando a participação do público. Desta forma, os estudantes da Universidade Diego Portales conseguem convocar os Jovens em plataformas que são familiares para eles (Twitter, Facebook, web…) para que conheçam a realidade por trás dos episódios de televisão e conseguir que fiquem familiarizados com um tempo que não viveram e que não deve se repetir.

 

 

Reconhecimentos à Excelência e a um editor colombiano exemplar

 

Durante a cerimônia de premiação também foram premiados a jornalista brasileira Dorrit Harazim, ganhadora do Reconhecimento à Excelência, e Mauricio Sáenz, chefe de redação da revista Semana, ganhador do Reconhecimento Clemente Manuel Zabala a um editor colombiano exemplar.

 

Todos os ganhadores do #PremioGGM receberam um exemplar da obra “Gabriel”, autoria do artista colombiano Antonio Caro, 33 milhões de pesos e um diploma que os certifica como ganhadores.

 

Como parte da comemoração do Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, desde 29 de setembro até 1 de outubro, Medellín será o epicentro de colóquios, oficinas, apresentações de trabalhos, entrevistas, exposições, debates, um show e homenagens a Gabriel García Márquez, que estarão a cargo dos jornalistas mais destacados da região. São 35 atividades gratuitas e de entrada franca com mais de 80 convidados de 18 países. Toda esta programação e a lista de participantes está disponível em premioggm.org. Clique aqui para descarregar o material de imprensa.

 

 

 

Sobre o Festival do Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo

 

O Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo é um reconhecimento para incentivar a busca da excelência, a inovação e a coerência ética, com inspiração nos ideais e obra de Gabriel García Márquez e na dinâmica de inovação, criatividade e liderança que caracterizam Medellín, Colômbia. O Festival do #PremioGGM é o evento em que são apresentados os ganhadores do Prêmio, no marco de três dias de atividades gratuitas abertas a todo o público. Este Prêmio e Festival da FNPI é possível graças à aliança público-privada conformada pela Prefeitura de Medellín e as empresas Bancolombia e Grupo SURA e suas filiais na América Latina. A FNPI recebe o apoio permanente do seu aliado institucional, a Organização Ardila Lülle (OAL).

 

 

Acompanhe o Festival do #PremioGGM em:

 

Web site: premioggm.org – Facebook: FNPI –Twitter: @FNPI_org – Instagram: FNPI – Hashtag: #PremioGGM

 

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Coordenadora do #PremioGGM

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Coordenadora do Festival do #PremioGGM

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